Cursos e Profissões

Ciências Econômicas: como é o curso, a carreira, salários e mais!

Com uma base sólida em Ciências Humanas e Exatas, o economista analisa os fenômenos socioeconômicos e os seus impactos na sociedade. Esse profissional pode trabalhar em bancos, empresas, consultorias, no setor público e em ONGs, entre outras áreas

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Se você está em busca de uma carreira que envolve análise de mercado, tomada de decisões estratégicas e compreensão dos fenômenos econômicos que impactam o mundo, o curso de Economia (também chamado de Ciências Econômicas) pode ser uma boa escolha para você. 

Neste post, vamos explorar todos os detalhes desse campo de estudo, desde como é o curso, as habilidades necessárias para se destacar na área até oportunidades no mercado de trabalho.

Continue lendo e descubra tudo sobre o curso de Economia para fazer uma escolha profissional consciente!

O que você precisa saber sobre o curso de Economia

O economista deve ter uma ampla gama de habilidades e conhecimentos necessários para compreender e analisar os processos econômicos que influenciam a sociedade. Para isso, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais de Ciências Econômicas, os cursos de graduação devem possibilitar que os estudantes sejam capazes de:

  • desenvolver raciocínios logicamente consistentes;
  • elaborar pareceres, relatórios, trabalhos e textos na área econômica;
  • utilizar adequadamente conceitos teóricos fundamentais da ciência econômica;
  • usar o instrumental econômico para analisar situações concretas;
  • diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas econômicas.
  • utilizar formulações matemáticas e estatísticas na análise dos fenômenos socioeconômicos; e

A atuação do economista vai muito além do mercado financeiro. Ele auxilia organizações a empregar da melhor maneira os recursos disponíveis para atingir um objetivo. Esse profissional pode trabalhar em bancos, empresas, consultorias, no setor público e em ONGs, entre outras áreas.

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Dicas e sugestões para quem pensa em cursar Ciências Econômicas

Se você está no ensino médio ou está se preparando para o vestibular, e considera cursar Economia, aqui vão algumas dicas e sugestões para ajudá-lo nessa decisão:

  • Pesquise sobre o curso: antes de tomar uma decisão, é fundamental conhecer mais sobre o curso de Economia. Além de ler este post, você pode entrar nos sites das instituições de ensino que oferecem o curso se informar mais sobre as disciplinas oferecidas, a organização da grade curricular, as possibilidades de especialização e as áreas de atuação. 
  • Aprofunde-se em assuntos econômicos: além das disciplinas escolares, procure expandir seus conhecimentos em assuntos econômicos. Leia livros, artigos e notícias relacionados à economia.
  • Assista a filmes que exploram temas relacionados à economia, ao mercado financeiro e à tomada de decisões econômicas para conhecer mais o ambiente profissional, como A Grande Aposta e O Lobo de Wall Street.

Lembre-se de que o curso de Economia oferece diversas oportunidades de carreira e um campo vasto de conhecimento. Dedique-se aos estudos, esteja aberto a novas perspectivas e explore as diferentes possibilidades que essa área pode proporcionar.

Como são, em geral, os alunos do curso de Economia?

Os alunos que optam por cursar Ciências Econômicas geralmente possuem um perfil multidisciplinar e interesse por compreender e analisar os fenômenos econômicos que afetam a sociedade. Embora não haja um perfil único, existem algumas características comuns entre os estudantes de Economia:

  • habilidade com números;
  • facilidade na expressão verbal;
  • bom raciocínio;
  • interesse por História e Geografia;
  • Interesse por temas da economia;
  • Capacidade de interpretação de informações quantitativas;
  • Inclinação por avanços tecnológico.

Essas características servem como uma referência geral e não são requisitos para cursar Economia. Cada pessoa possui habilidades e interesses únicos, e muitas dessas habilidades são desenvolvidas ou aprimoradas no decorrer do curso.

Como saber se tenho o perfil para ser economista?

Se você é um aluno do ensino médio ou cursinho pré-vestibular e está considerando cursar Economia, há algumas maneiras de avaliar se você possui perfil para esse curso:

  • Pergunte a si mesmo se você gosta de trabalhar com números, resolver problemas lógicos e analisar dados
  • Avalie se você possui habilidades verbais e se tem interesse em entender como a economia afeta a sociedade
  • Converse com profissionais que atuam na área da Economia, como economistas, professores ou profissionais de mercado financeiro. 
  • Também é útil falar com estudantes ou graduados em Economia para obter insights sobre suas experiências e percepções sobre o curso. 

É importante lembrar que o perfil ideal para cursar Economia pode variar de acordo com cada pessoa. O mais importante é que você esteja motivado e interessado em explorar os conceitos e temas econômicos, além de estar disposto a se dedicar aos estudos e desenvolver as habilidades necessárias ao longo do curso.

estudante de ciências econômicas analisando contas financeiras
As Ciências Econômicas utilizam conceitos matemáticos e estatísticos em suas análises, mas também incorporam elementos sociais, políticos e comportamentais (Imagem: Adobe Stock)

Como é a graduação em Economia na prática

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais da Graduação em Ciências Econômicas, os cursos devem contemplar, em seus projetos pedagógicos e organização curricular, os seguintes conteúdos:

  • formação geral para introduzir o aluno ao conhecimento da ciência econômica e de outras ciências sociais, abrangendo também aspectos da filosofia e da ética (geral e profissional), da sociologia, da ciência política e também da administração, do direito, da contabilidade, da matemática e da estatística econômica;
  • formação teórico-quantitativa, que se direciona à formação profissional propriamente, englobando tópicos de estudos mais avançados da matemática, da estatística, da econometria, da contabilidade social, da macroeconomia, da microeconomia, da economia internacional, da economia política, da economia do setor público, da economia monetária e do desenvolvimento socioeconômico;
  • formação histórica, que possibilite ao aluno construir uma base cultural para um posicionamento reflexivo e crítico, incluindo a história do pensamento econômico, a história econômica geral, a formação econômica do Brasil e a economia brasileira contemporânea;
  • conteúdos teórico-práticos, que dizem respeito a monografia, técnicas de pesquisa em economia e, se for o caso, estágio curricular supervisionado.

Esses conteúdos devem compor 50% da carga horária total do curso. A outra metade fica a cargo de cada instituição, a partir de seu projeto pedagógico, paradigmas teóricos preferenciais e peculiaridades regionais.

Matérias e disciplinas do curso de Ciências Econômicas

Durante o curso de Economia, os alunos têm uma série de disciplinas que dialogam com a realidade nacional e internacional, de acordo com uma perspectiva histórica em relação aos diferentes fenômenos econômicos. Confira alguns exemplos a seguir:

  • Introdução à Economia
  • Economia de Empresa
  • Lógica de Programação em Economia
  • Mercado Financeiro em Python
  • Cálculo aplicado a negócios
  • Origens do Pensamento Econômico
  • Matemática Financeira
  • Filosofia
  • Sociologia
  • Ciência Política
  • História Econômica Geral
  • Modelos de otimização
  • Pensamento Econômico Contemporâneo
  • Microeconomia
  • Macroeconomia
  • Contas Nacionais
  • Teologia e Sociedade
  • Dinâmica Matemática
  • Demonstrações Contábeis
  • Empreendedorismo e Inovação
  • Estatística aplicada a negócios
  • Moedas e Bancos
  • Economia Industrial e das Redes
  • Análise Macroeconômica
  • Inteligência Empresarial
  • Análise Financeira
  • Economia Comportamental
  • Economia Internacional
  • Ciência de Dados Econômicos
  • Finanças Públicas
  • Econometria
  • Economia Internacional
  • Finanças
  • Técnicas de Pesquisa em Economia
  • Formação Econômica do Brasil

Outras atividades que integram o curso de Ciências Econômicas

O curso de Economia também pode envolver atividades práticas que complementam a aprendizagem em sala de aula. Algumas instituições oferecem projetos de extensão, em que os estudantes têm a oportunidade de aplicar seus conhecimentos em consultoria para empresas ou organizações da comunidade.

Isso ocorre porque, conforme mencionamos, nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN's) é previsto que 50% da carga horária do curso pode ser destinada para especificidades do projeto pedagógico da instituição para atender a paradigmas teóricos de preferência da faculdade e especificidades regionais.

Além disso, é comum que as universidades promovam palestras, seminários e eventos com profissionais da área, proporcionando aos alunos a chance de ouvir especialistas, discutir temas atuais e expandir sua rede de contatos.

Economia tem TCC?

Sim, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um componente curricular obrigatório e precisa ser realizado sob a supervisão de um professor.

O TCC deverá ser integrado com o ensino de Metodologia e Técnicas de Pesquisa em Economia, podendo envolver projetos em diferentes áreas teórico-práticas ou relacionados a um campo de atuação profissional. Segundo as DCN’s para o curso, o TCC preferencialmente deverá ser realizado em formato de monografia.

É preciso fazer estágio para se formar em Economia?

Não. A necessidade de estágio pode variar entre as instituições de ensino e seus respectivos currículos, pois de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais é um componente curricular opcional. 

Algumas universidades oferecem estágios obrigatórios como parte do curso de Economia, enquanto outras podem oferecer essa possibilidade como uma opção para os alunos que desejam adquirir experiência prática antes de se formar.

O que um bom curso de Economia deve ter?

Um bom curso de Economia deve proporcionar aos estudantes uma base sólida de conhecimentos teóricos, habilidades práticas relevantes e a preparação necessária para atuar em diversas áreas profissionais, seja no setor público, privado ou acadêmico. Algumas características e diferenciais que os alunos devem buscar ao escolher um curso de Economia são:

  • Disciplinas diversas: as DCNs preveem que os cursos de Economia precisam oferecer disciplinas de diferentes campos, como formação geral, formação teórico-quantitativa, formação histórica e teórico-práticos. Portanto, analisar a grade curricular é um ponto importante.
  • Oportunidades para aplicar os conhecimentos em projetos reais, como projetos de consultoria e participação em eventos do setor.
  • Integração de tecnologias, preparando os alunos para lidar com os avanços tecnológicos e as mudanças no campo da economia, como big data e inteligência artificial.

Leia também: Ranking elege as 10 melhores universidades brasileiras

3 mitos sobre o curso de Ciências Econômicas

1) Vou ser mestre na arte de economizar: embora o curso de Economia aborde aspectos relacionados à gestão financeira e ao planejamento econômico, seu objetivo principal é entender como a economia funciona em diversas esferas, como empresas, governos e mercados.

2) Preciso "ser ninja" em Matemática: ainda que essa disciplina seja uma ferramenta essencial na análise econômica, o curso de Economia não exige um conhecimento matemático extremamente avançado. 

3) A Economia é uma ciência exata: as Ciências Econômicas utiliza conceitos matemáticos e estatísticos em suas análises, mas ela também incorpora elementos sociais, políticos e comportamentais. Isso torna a Economia uma ciência social, que estuda o comportamento humano diante das escolhas econômicas e busca compreender os sistemas econômicos complexos.

Como é o mercado de trabalho na área de Economia?

O mercado de trabalho para os profissionais formados em Economia oferece diversas oportunidades e possui uma ampla variedade de áreas de atuação. Além disso, é uma profissão que continua a despertar interesse e apresenta perspectivas promissoras mesmo em períodos de instabilidade econômica.

Quais as principais áreas de atuação do profissional de Economia?

Um economista pode trabalhar em diferentes setores, tanto no âmbito público quanto no privado. Alguns exemplos de áreas em que os economistas podem atuar são:

  • Assessoria econômico-financeira: consultoria e assessoria a empresas para auxiliar na tomada de decisões estratégicas com base em análises econômicas e financeiras.
  • Auditoria e fiscalização: realização de auditorias financeiras, fiscais e econômicas para garantir o cumprimento das normas e leis vigentes.
  • Consultoria e pesquisa: realização de estudos e análises econômicas para orientar governos e organizações na formulação de políticas e estratégias.
  • Análise de mercado: estudo e análise de dados para compreender o comportamento e as tendências do mercado, auxiliando na elaboração de estratégias de marketing e tomada de decisões comerciais.
  • Planejamento econômico: elaboração e implementação de políticas e planos econômicos em organizações públicas e privadas.
  • Mercado financeiro: atuação em instituições financeiras, bancos, corretoras de valores e empresas de investimento, realizando análise financeira, gestão de investimentos e avaliação de riscos.
  • Políticas públicas: participação na elaboração, implementação e avaliação de políticas governamentais voltadas para questões econômicas e sociais.

Setores mais aquecidos em Economia

Alguns setores apresentam maior demanda por economistas devido às oportunidades e desafios específicos que enfrentam. Alguns dos setores mais aquecidos são:

  • Finanças: o setor financeiro sempre demanda economistas para análise de investimentos, gestão de riscos e planejamento financeiro.
  • Consultoria empresarial: empresas de consultoria buscam economistas para fornecer insights e orientações estratégicas para empresas em diferentes setores.
  • Setor público: órgãos governamentais e autarquias precisam de economistas para análises econômicas, formulação de políticas e planejamento econômico.

A área de Economia é muito buscada?

A área de Economia é bastante buscada por alguns motivos, como:

  • Estabilidade e crescimento profissional: a economia é uma área estratégica e sempre terá demanda por profissionais capacitados para lidar com os desafios econômicos e financeiros.
  • Remuneração atrativa: economistas geralmente têm salários acima da média em comparação a outras áreas de formação, especialmente em cargos de maior responsabilidade e experiência.
  • Impacto social: a área de Economia permite que os profissionais contribuam para o desenvolvimento econômico, social e sustentável, ajudando a resolver problemas e desigualdades.

Quais as principais mudanças na área de Economia?

A área de Economia está passando por algumas mudanças e adaptações devido a diversos fatores, como avanços tecnológicos e transformações na economia global. Alguns exemplos de mudanças relevantes incluem:

  • Análise de dados: as novas tecnologias estão impulsionando a coleta, análise e interpretação de grandes volumes de dados econômicos, permitindo uma compreensão mais detalhada dos mercados e padrões econômicos.
  • Economia sustentável: há uma crescente preocupação com questões ambientais e sustentabilidade, o que tem levado a um aumento na demanda por profissionais especializados em economia ambiental e desenvolvimento sustentável.
  • Economia comportamental: a compreensão dos fatores psicológicos e comportamentais que influenciam as decisões econômicas tem ganhado destaque, trazendo uma abordagem mais abrangente para a análise econômica.

Quanto ganha um economista?

De acordo com a pesquisa realizada pelo Salario.com.br, a média salarial de um economista no mercado de trabalho brasileiro é de R$ 6.626,46 para uma jornada de trabalho de 42 horas semanais. 

Esses dados foram obtidos a partir de uma pesquisa que analisou 1.828 salários de profissionais admitidos e desligados por empresas no período de abril de 2022 a abril de 2023, utilizando informações oficiais do Novo CAGED, eSocial e Empregador Web.

A faixa salarial para economistas varia de R$ 5.000,00 (salário mediano da pesquisa) a R$ 16.039,85 (teto salarial). O piso salarial para 2023, considerando acordos coletivos para profissionais em regime CLT em todo o Brasil, é de R$ 6.445,48.

economistas analisando a bolsa de valores
Um economista pode trabalhar em diferentes setores, tanto no âmbito público quanto no privado. O mercado financeiro é uma das áreas mais buscadas pelos profissionais (Imagem: Adobe Stock)

Tire as suas principais dúvidas sobre o curso de Ciências Econômicas

Se você está considerando seguir a carreira em Economia, é natural que ainda tenha algumas dúvidas sobre o curso. Para ajudar a esclarecer essas questões, confira as informações a seguir:

Qual a duração do curso de Economia?

A duração média do curso de Economia é de 4 anos

Qual a titulação do curso de Economia?

O curso de Economia é oferecido com a titulação de bacharelado - formação ampla e generalista, que permite a atuação nos diversos setores do mercado de trabalho. Ao concluir a graduação, o estudante receberá o diploma de bacharel em Ciências Econômicas. 

Quais instituições oferecem o curso de Economia?

Há cerca de 200 cursos superiores de Ciências Econômicas no país, oferecidos por instituições públicas e privadas. A lista completa pode ser acessada no Cadastro Nacional de Cursos e Instituições de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC): https://emec.mec.gov.br/

O caminho é a aba "consulta avançada" e buscar por "curso de graduação". No campo "curso", digite o nome do curso e, em "situação", coloque "em atividade". Você também pode selecionar outros filtros, como modalidade ou UF. Por fim, digite o código de verificação e clique em "pesquisar".

Qual o valor do curso de Economia nas universidades privadas?

O valor do curso de Economia em universidades privadas pode variar de acordo com a instituição, região do país e modalidade de ensino ofertada. Confira alguns exemplos a seguir:

Ensino presencial

  • Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) - matutino - R$ R$ 2.350
  • PUC-PR (campus Curitiba) - R$ 1.748,45
  • Universidade São Judas Tadeus (Santo Amaro SP - noturno) - R$ 1.199,00

Educação a distância (EAD)

  • Unicesumar - R$ 285,76
  • Unopar - R$ 169,00
  • Anhanguera - R$ 129,00

Qual a nota de corte do Enem para o curso de Economia?

A nota de corte do Enem para ingresso no curso de Economia via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) pode variar de acordo com a universidade e o ano ou edição do processo seletivo. As notas de corte no Sisu também oscilam conforme a concorrência e desempenho dos candidatos.

Confira as maiores notas de corte na categoria de ampla concorrência do SiSU 2024 para Ciências Econômicas:

InstituiçãoUFNota de corte
UFAM - Universidade Federal do AmazonasAM811,47
UFRJ - Universidade Federal do Rio de JaneiroRJ790,37
Unifesp - Universidade Federal de São PauloSP758,27
UFMG - Universidade Federal de Minas GeraisMG757,86
UFSC - Universidade Federal de Santa CatarinaSC757,53

E veja também as menores notas de corte na categoria de ampla concorrência do SiSU 2024 para Ciências Econômicas:

InstituiçãoUFNota de corte
UFDPAR - Universidade Federal do Delta do ParnaíbaPI603,39
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do NorteRN589,78
UFAL - Universidade Federal de AlagoasAL579,78
UEMS - Universidade do Estado de Mato Grosso do SulMS579,38
Unemat - Universidade do Estado de Mato Grosso
Carlos Alberto Reyes Maldonado
MT572,27

Como é a concorrência para o curso de Economia

A concorrência para o curso de Economia, ou seja, o número de candidatos que disputam cada vaga varia de acordo com a instituição de ensino, o tipo de vaga (ampla concorrência ou ação afirmativa) e o ano ou edição do processo seletivo.

Confira a concorrência (geral) em algumas universidades para o ingresso em Ciências Econômicas no ano de 2024:

InstituiçãoUFCandidato/vaga
USP - Universidade de São Paulo (São Paulo)SP10,7
Unesp - Universidade Estadual Paulista (Araraquara)SP13
Unicamp - Universidade Estadual de Campinas (Campinas, integral)SP23

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Confira o calendário dos principais vestibulares

Como passar no Enem e vestibulares no curso de Economia?

Se você está se preparando para os vestibulares e deseja ingressar em Economia, aqui estão algumas dicas para aumentar suas chances de sucesso:

  • Estude as disciplinas relevantes: Economia é uma área que exige conhecimentos tanto de humanidades quanto de Matemática. Na segunda fase da Fuvest (USP), por exemplo, as provas do segundo dia incluem História, Geografia e Matemática.
  • Mantenha-se atualizado: acompanhe as notícias do Brasil e do mundo (atualidades), compreendendo o seu contexto e formando repertório para as provas e redação.
  • Faça simulados e provas anteriores: treinar com simulados e conhecer as provas de edições anteriores do Enem e dos vestibulares das universidades de seu interesse ajudarão você a se familiarizar com o formato das questões e a testar seus conhecimentos.
  • Pratique redação: tanto em vestibulares quanto no Enem essa é uma etapa da prova muito importante e com grande peso.
  • Conheça as especificidades de cada processo seletivo: informe-se sobre as particularidades dos processos seletivos, como o peso dado a cada área de conhecimento e o formato das provas. Isso permitirá que você direcione seus estudos de forma mais eficiente.

Lembre-se de que a preparação para o Enem e o vestibular é um processo gradual. Mantenha-se motivado, persista nos estudos e esteja confiante em suas habilidades. Com dedicação e foco, você aumentará suas chances de ingressar no curso de Economia.

Conclusão

O curso de Economia oferece uma formação completa e diversificada, preparando os estudantes para compreender o mundo dos negócios, as finanças, o mercado e o uso dos recursos econômicos

Se você gosta de desafios, análises complexas e tem interesse em entender as engrenagens da economia, o curso de Ciências Econômicas pode ser uma boa escolha para o seu futuro profissional.

Ao se preparar para o Enem e vestibulares, é essencial dedicar-se aos estudos, manter-se atualizado e buscar apoio didático. O esforço e a dedicação durante essa fase são fundamentais para alcançar bons resultados e conquistar a sua tão sonhada vaga. 

Se você está em busca de uma preparação completa para o Enem e vestibulares, conheça o Aprova Total!

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Kássia Camargo

Redatora no Aprova Total. Graduada em Letras e Pedagogia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), tem experiência na produção de textos com foco em SEO.

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