Questão 49 da prova amarela do 1º dia do Enem 2025; veja as questões correspondentes
Confira a alternativa correta e a resolução detalhada da questão 49 da prova amarela do primeiro dia; ao final, você encontra as respostas das outras cores de provas

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Macedônia do Norte
Acordo entra em vigor e país muda oficialmente de nome
Entrou em vigor, em 2019, o acordo que determina a mudança de nome da Macedônia para Macedônia do Norte. A troca põe fim — ao menos por enquanto — no impasse entre essa antiga república da Iugoslávia e a vizinha Grécia. O governo grego se opunha ao uso do nome Macedônia pelo novo país vizinho porque a Grécia tem uma província no norte com o mesmo nome. Por causa desse impasse, a Grécia bloqueou as negociações de adesão de seu vizinho à União Europeia. Depois de negociações, as duas partes chegaram a um acordo.
Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em: 7 nov. 2021 (adaptado).
NAVEGUE PELOS CONTEÚDOS
Para o país originado da antiga Iugoslávia, a mudança de nome é uma estratégia política para
A) criar a moeda própria.
B) proteger a cultura local.
C) subjugar a minoria étnica.
D) expandir o território nacional.
E) intensificar a integração regional.
Questões correspondentes
Prova Azul: 46
Prova Branca: 51
Prova Verde: 59
Resolução da questão
Gabarito: E
A mudança do nome para Macedônia do Norte foi uma estratégia política para intensificar a integração regional, especialmente visando a adesão do país à União Europeia e à OTAN. O impasse com a Grécia impedia o avanço dessas negociações, e o acordo solucionou essa barreira diplomática, permitindo maior cooperação e estabilidade na região dos Bálcãs.
A) A alteração do nome não tem relação com a criação de uma moeda própria, mas sim com uma questão diplomática entre países.
B) O objetivo da mudança não foi proteger a cultura local, e sim resolver um impasse político e geográfico.
C) Não há relação entre a mudança de nome e o domínio sobre minorias étnicas; trata-se de um acordo internacional, não de política interna.
D) A estratégia não envolveu expansão territorial, mas a consolidação de relações políticas externas e regionais.





