Questão 48 da prova amarela do 1º dia do Enem 2025; veja as questões correspondentes
Confira a alternativa correta e a resolução detalhada da questão 48 da prova amarela do primeiro dia; ao final, você encontra as respostas das outras cores de provas

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Olá, como vai?
Eu vou indo e você, tudo bem?
Tudo bem, eu vou indo, correndo
Pegar meu lugar no futuro, e você?
Tudo bem, eu vou indo em busca
De um sono tranquilo, quem sabe?
Quanto tempo...
Pois é, quanto tempo...
Me perdoe a pressa
É a alma dos nossos negócios...
Oh, não tem de que
Eu também só ando a cem
Quando é que você telefona?
Precisamos nos ver por aí
Pra semana, prometo,
Talvez nos vejamos, quem sabe?
Quanto tempo...
Pois é, quanto tempo...
Tanta coisa que eu tinha a dizer
Mas eu sumi na poeira das ruas
Eu também tenho algo a dizer
Mas me foge a lembrança
Por favor, telefone, eu preciso beber
Alguma coisa rapidamente
Pra semana...
O sinal...
Eu procuro você...
Vai abrir! Vai abrir!
Prometo, não esqueço
Por favor, não esqueça
Não esqueço, não esqueço
Adeus...
PAULINHO DA VIOLA. Foi um rio que passou em minha vida. Rio de Janeiro: Odeon, 1970.
NAVEGUE PELOS CONTEÚDOS
A letra da canção apresenta a permanência de uma situação da vida cotidiana ao destacar a
A) diminuição do comportamento competitivo.
B) importância da memória coletiva.
C) redução da mobilidade urbana.
D) efemeridade dos vínculos de afetividade.
E) obsolescência dos meios de comunicação.
Questões correspondentes
Prova Azul: 51
Prova Branca: 61
Prova Verde: 58
Resolução da questão
Gabarito: D
A letra revela a efemeridade dos vínculos de afetividade, mostrando encontros breves e diálogos apressados entre pessoas que, apesar da vontade de se conectar, são dominadas pela pressa e pela rotina do cotidiano urbano.
A) A canção não mostra diminuição do comportamento competitivo; pelo contrário, expressa a pressa e a produtividade como características da vida moderna.
B) Não há referência à memória coletiva, mas sim a experiências pessoais e imediatas, sem profundidade ou lembrança compartilhada.
C) O texto não trata da redução da mobilidade urbana, e sim da falta de tempo e da superficialidade das relações humanas.
E) Não há menção à obsolescência dos meios de comunicação, mas à dificuldade de comunicação afetiva mesmo quando esses meios (como o telefone) existem.





